Bernardo Carvalho na sessão nº 7 de «Páginas Tantas»

Recordamos que a sétima sessão de Páginas Tantas, a ter lugar no próximo dia 2 de Julho, no TAGV, pelas 18h 30m, terá como convidado o ilustrador, e fundador da editora Planeta Tangerina, Bernardo Carvalho (reproduzimos acima um auto-retrato do autor). Acompanhando a sessão, algumas ilustrações de Bernardo Carvalho serão expostas no foyer do teatro.

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Sessão 6 de «Páginas Tantas»: Álvaro Domingues

Álvaro Domingues é o convidado da sessão 6 de «Páginas Tantas», iniciativa conjunta do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra e do Teatro Académico de Gil Vicente. A sessão terá lugar hoje, 4 de Junho, pelas 18h 30m, no foyer do TAGV. O painel será constituído por Osvaldo Manuel Silvestre e Ricardo Namora.

Álvaro Domingues nasceu em Melgaço, em 1959. Licenciou-se em Geografia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, instituição na qual se doutorou em Geografia Humana em 1994. As suas áreas de interesse particular têm sido a Geografia Urbana, o Urbanismo, a Paisagem, os Territórios e as Políticas Urbanas e Culturais. É Professor Associado da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP) e investigador do Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (CEAU-FAUP). Foi Professor Convidado da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade de Granada e leccionou já na pós-graduação do Departamento de Arquitectura da Universidade de Coimbra. Recebeu o Prémio Caixa Geral de Depósitos e Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional pelo melhor trabalho nacional sobre desenvolvimento regional, publicado durante os anos 1994-1996.

Com A Rua da Estrada (Dafne, 2010) e Vida no Campo (2011) iniciou a publicação de uma tetralogia sobre o Portugal contemporâneo, centrada nas noções de «paisagem transgénica» e «desruralização», que vem tendo grande impacto público.

Sessão 5 de «Páginas Tantas»: Jacinto Lucas Pires

© João Tuna

Jacinto Lucas Pires é o convidado da sessão 5 de «Páginas Tantas», iniciativa conjunta do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra e do Teatro Académico de Gil Vicente. A sessão terá lugar hoje, pelas 18h 30m, no foyer do TAGV. O painel será constituído por Osvaldo Manuel Silvestre e Ricardo Namora.

Autor de uma já vasta obra dividida pelo teatro e pela ficção, iniciada em livro em 1996 com o volume de contos Para averiguar do seu grau de pureza, Jacinto Lucas Pires tem livros e peças de teatro traduzidos em espanhol, croata, tailandês, francês, inglês, norueguês. Desde a sua estreia como dramaturgo, com Universos e Frigoríficos (1998), trabalhou com alguns dos mais relevantes encenadores portugueses. Este ano, escreveu o monólogo Adalberto Silva Silva para o ator Ivo Alexandre. Esse “espetáculo de realidade” estreou no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra, no dia 23 de fevereiro.

Realizou duas curtas-metragens, Cinemaamor (1999) e B.D. (2004).

Faz parte, com Tomás Cunha Ferreira, da banda Os Quais – que lançou um Meio disco em 2009 e este ano lançará um disco inteiro chamado Pop é o contrário de pop.

Foi-lhe atribuído em 2008, pela Universidade de Bari/ Instituto Camões, o Prémio Europa – David Mourão-Ferreira.

O seu último livro foi o romance O verdadeiro ator, em 2011.

Sessão 4 de «Páginas Tantas»: Boaventura de Sousa Santos

Como anunciámos neste blog, terá hoje lugar pelas 18h 30m, no Teatro Académico de Gil Vicente, a quarta sessão do Páginas Tantas, iniciativa conjunta do TAGV e do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra. Será nosso convidado Boaventura de Sousa Santos. O painel será constituído por Ana Maria Machado e Osvaldo Manuel Silvestre.

Cientista social de renome internacional, figura cimeira da teoria crítica contemporânea, fundador e director do Centro de Estudos Sociais, Coordenador Científico do Observatório Permanente da Justiça Portuguesa, autor de vasta obra publicada em várias línguas e países, Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, intelectual público com uma intervenção cívica já longa, Boaventura de Sousa Santos é uma daquelas pessoas de quem se pode dizer, com toda a propriedade, que dispensa apresentações.

Informamos que, a par da sessão do Páginas Tantas, o TAGV terá a partir de hoje uma pequena exposição dedicada ao nosso convidado.

Sessão 4 de «Páginas Tantas»: Boaventura de Sousa Santos

Boaventura de Sousa Santos será o convidado da sessão 4 de «Páginas Tantas». Doutorado pela Universidade de Yale (JSD, 1973), é Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, Distinguished Legal Scholar da Universidade de Wisconsin-Madison e Global Legal Scholar da Universidade de Warwick.

É Director do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Coordenador Científico do Observatório Permanente da Justiça Portuguesa e membro do Núcleo Democracia, Cidadania e Direito (DECIDe) do CES. É co-coordenador científico dos Programas de Doutoramento em Direito, Justiça e Cidadania no Século XXI, Democracia no Século XXI e Pós-Colonialismos e Cidadania Global.

É autor de uma vasta obra sobre globalização, sociologia do direito, epistemologia, democracia e direitos humanos. Os seus trabalhos encontram-se traduzidos em espanhol, inglês, italiano, francês e alemão.

Recordamos que a sessão terá lugar no próximo dia 2 de Abril, no Teatro Académico de Gil Vicente, pelas 18h 30m.

Sessão 3 de «Páginas Tantas»: João Botelho

Como vimos anunciando neste blog, terá hoje lugar pelas 18h 30m, no Teatro Académico de Gil Vicente, a terceira sessão do Páginas Tantas, iniciativa conjunta do TAGV e do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra. Será nosso convidado o cineasta João Botelho. O painel será constituído por Osvaldo Manuel Silvestre e Ricardo Namora.

João Botelho (1949, Lamego). Estudou Engenharia Mecânica na Universidade de Coimbra e, em seguida, na Universidade do Porto. Foi dirigente do CITAC e integrou a direcção de Cineclubes em Coimbra e no Porto. A partir de 1970 foi ilustrador de livros infantis e designer gráfico (A Regra do Jogo, Afrontamento, Centelha). Fez crítica de cinema na Gazeta da Semana e na revista M, de que foi fundador. Estudou na Escola de Cinema do Conservatório Nacional. Inicia-se na realização com duas curta-metragens para a RTP, em 1976, e o documentário (longa-metragem) «Os Bonecos de Santo Aleixo», em 1977, para a cooperativa Paz dos Reis. Conversa Acabada, de 1980, é a sua primeira longa-metragem de ficção, a que se seguiria, em 1985, Um Adeus Português e, em 1987, Tempos Difíceis, a partir de Dickens. Autor de obra vasta e consagrada, as suas últimas longas-metragens foram A Corte do Norte (2008) e Filme do Desassossego (2010).

Recordamos que após a sessão, pelas 21h 30m, será exibido no TAGV, em cópia de 35 mm, o filme Tempos Difíceis. No final da projecção haverá um debate com João Botelho e Sérgio Dias Branco, coordenador da área de cinema da licenciatura em Estudos Artísticos da FLUC.

Poderá também ser visitada no TAGV uma exposição do trabalho de João Botelho como artista gráfico. Livros com capas suas e, nalguns casos, com capa e paginação ou capa e ilustração suas, das várias editoras para as quais trabalhou, poderão ser vistos no foyer do teatro até 2 de Abril próximo.

Última hora: João Botelho no «Páginas Tantas» a 12 de Março

Como se pode ler em post anterior neste blog, a sessão do Páginas Tantas com João Botelho estava agendada para 5 de Março.

Informamos que por razões que se prendem com compromissos de rodagem do próximo projecto do cineasta, a sessão teve de ser transferida para a segunda-feira seguinte, 12 de Março, pela mesma hora. Em breve informaremos sobre o programa das festas no TAGV em torno da obra de João Botelho.

Sessão 2 de «Páginas Tantas»: Duarte Belo


© Duarte Belo

Como vimos anunciando neste blog, terá hoje lugar, pelas 18.30h, no TAGV, a segunda sessão do Páginas Tantas. Será nosso convidado o fotógrafo Duarte Belo. O painel será constituído por Ana Maria Machado e Osvaldo Manuel Silvestre.

Duarte Belo nasceu em Lisboa, em 1968. Licenciatura em Arquitetura (1991). De uma obra fotográfica documental extensa são de destacar as obras Portugal — O Sabor da Terra, em catorze volumes (1997), onde se faz uma aproximação à fixação do tempo longo em Portugal, e Portugal Património, em dez volumes (2007-2008), um inventário do património cultural e natural, em sítio, de todo o espaço português. De outros trabalhos editados em livro, mais específicos, poderíamos destacar Orlando Ribeiro — Seguido de uma viagem breve à Serra da Estrela (1999); Ruy Belo — Coisas de Silêncio (2000); O Vento Sobre a Terra — apontamentos de viagens (2002); À Superfície do Tempo — Viagem à Amazónia (2002); Território em Espera (2005); Geografia do Caos (2005); Terras Templárias de Idanha (2006); Olívia e Joaquim – Doces de Santa Clara em Vila do Conde (2007); Fogo Frio – O Vulcão dos Capelinhos (2008); Comboios de Livros (2009); desenha, produz e fotografa as ilustrações do conto O Príncipe-Urso Doce de Laranja (2009); Cidade do Mais Antigo Nome (2010); O Núcleo da Claridade – entre as palavras de Ruy Belo (2011).

Além da exposição fotográfica Palavra, Lugar, que anunciámos anteriormente, também os livros de Duarte Belo serão objecto de exposição.

Os nossos convidados até Julho

O TAGV criou na sua programação um espaço intitulado «Fórum. Debate e Espaço Público», que integra de momento o Páginas Tantas e uma outra iniciativa, de responsabilidade do centro de Documentação 25 de Abril, da Universidade de Coimbra, intitulada «O segundo século XX». Pode ver neste flyer a programação de ambas as iniciativas até Julho.